domingo, 5 de junho de 2011

Passeio ciclístico ‘Pedalando pela Vida’


Pelo quarto ano seguido ocorrereu o passeio sobre rodas na região de Itaquera, que teve como lema Pedalando pela Vida, uma oportunidade para mobilizar os amigos e familiares na prática de uma atividade esportiva.

Foram 4 mil pessoas de todas as idades que percorram de bicicleta cerca de 8 quilômetros pela avenida Aricanduva. No dia do evento teve sorteio de prêmios, incluindo bicicletas, além de gel de hidratação e suplementos para os participantes.

“O passeio sobre rodas ofereceu vários benefícios tanto cardiovasculares quanto musculares e o lazer, por não ser uma prova de competição. Além disso, essas ações promoveram atividade física em geral, o bem-estar da população e a convivência entre os munícipes de Itaquera”.


Vamos turma...
 Chicão e eu lá traz...
 Pedala Luis
 Vamos turma...
 Da dereira em diante(Chicão, grande Bartolomeu e eu...)
 Todos reunidos...
 Figurão.... com seu cão Punk..rs
 Muita gente.
Alê o maníaco da bike..rs
 O Alex..
 Todo mundo querendo aparecer..rs
 Mais gente.
 Olha eu querendo aparecer também..

COMO IR DE BICICLETA AO SWU

O Instituto CicloBR terá no SWU uma tenda onde serão apresentados vídeos das nossas ações, mostraremos nossos produtos como camisetas, calendários e teremos ainda o Rock’in’rollo, brincadeira em que  dois ciclistas competem entre si em bicicletas presas a um rolo de treinamento.

Obviamente que os voluntários do CicloBR que trabalharão no SWU irão pedalando, apesar do site do evento não dar dicas de como se chegar de bicicleta. Sabemos também que a organização do SWU tentou incluir a bicicleta entre as alternativas “oficiais”. Ocorre que infelizmente a organização teve negado o apoio por parte das autoridades competentes, ou seja, mais uma vez o ciclista é tratado com descaso por quem deveria cumprir a lei e garantir nossos direitos.

Sabemos que a lei está do nosso lado e temos o DIREITO de nos deslocar com nossas bicicletas.

Sabemos que o SWU terá infraestrutura para quem chegar pedalando ao evento, com estacionamento de graça ao lado de sua entrada principal.

Posto isto, nós do Instituto CicloBR nos sentimos na obrigação de auxiliar todos os ciclistas que desejam ir pedalando ao evento, pois consideramos essa omissão das autoridades um enorme desrespeito às leis brasileiras, bem como uma tentativa de cerceamento dos nossos direitos de cidadão.

Portanto abaixo trazemos informações importantes que auxiliarão todos os ciclistas que pretendem ir pedalando ao SWU. Confira e vá de bike, seja pelo simples ato de pedalar, seja para demonstrar sua indignação e que você também não concorda com mais essa tentativa de passar por cima dos direitos dos ciclistas. Veja as opções e não deixe de pedalar nesse feriado.
Vá de trem e bicicleta a partir de Jundiaí!
O Instituto CicloBR fez uma parceria com a CPTM e fretou um trem que levará 150 ciclistas de São Paulo até Jundiaí no dia 09 de outubro (sábado). De Jundiaí os ciclistas seguem pedalando até a cidade de Itu, onde o pedal oficialmente termina, num trajeto de 54 km. Abaixo um mapa com o trajeto sugerido para quem vai de Jundiaí até o SWU.
Amigos hoje guias total bikers(Alê e Cesar)                                        
 Saída estação de Trem de Jundiaí e preparação para saída
 Parada para descanso
 Penúltima parada ates da chegada a SWU
 Paradinha para esperar os rubinhos(rs)
 Preparação para a saída em nosso trem fretado de Sp X Jundiaí
 Integração em um dos vagões do trem
 paradinha para os cansadinhos descansarem
 Paradinha mais para esperar a Renata Falzoni depois de um capote daqueles

Passeio Cicloturistico Rota Marcia Prado 2010


Dia 18 de dezembro de 2010 acontece o segundo Passeio Cicloturistico pela Rota Márcia Prado em São Paulo. Em 2009 a rota teve como ponto inicial a estação Grajaú da CPTM, mas em 2010, a Rota estará sinalizada desde o inicio da Ciclovia da Marginal Pinheiros, junto a estação Vila Olímpia da CPTM, passando por São Bernardo do Campo, Parque da Serra do Mar, Cubatão e Santos.


                                           Todos seguros e escoltados na Rodovia Imigrantes/SP
                                           Muvuca na primeira balsa de travessia no mato!!!  
                                          Cantoria e muita alegria
                                          Todos preocupados com o tempo!!            
                                           Segunda balsa e os grupos do Interior de SP(sejam benvindos)
                                           Paradinha para a fotos(estamos aqui gente!!!)
                                           Eu e o Luís saímos na frente e fomos barrados pela police!!
                                          Super estrutura de inicio da descida da manutenção(levei um tombo!!)
                                           Passeio imperdível para quem não conhece
                                           Muitas cachoeiras e muitas macumbas.rs.rs            
                                           Volta para a balsa                  

Mas o que é a Rota Marcia Prado?

A Rota Marcia Prado é uma sugestão de uma rota cicloturística feita pelo Instituto CicloBR, para que as autoridades criem um meio atraente e seguro para o ciclista chegar ao litoral paulista. O percurso é inspirado no trajeto da última viagem que a ciclista Márcia Prado realizou.
Desde 2009 o Instituto CicloBR vem encabeçando negociações com vários órgãos governamentais para que essa rota seja aberta em definitivo. Atualmente o único empecilho para a viabilização da Rota Márcia Prado seria que o governo do Estado, junto com a concessionária Ecovias, criasse uma alternativa para que o ciclista que chegasse a Imigrantes tivesse um meio de acessar o Parque da Serra do Mar.
O Instituto CicloBR já apresentou diversas propostas, mas até o momento não há uma posição oficial, nem por parte do governo do estado, tão pouco da Ecovias, concessionária responsável por administrar a Rodovia dos Imigrantes. Já o Parque da Serra do Mar, responsável pela estrada de manutenção da Imigrantes, deu parecer positivo para que o ciclista passe pelo parque para chegar ao litoral.

E o que é o Passeio Cicloturístico da Rota Márcia Prado?

Em 2009, o Instituto CicloBR realizou um evento teste, sinalizando todo o trajeto, desde o Grajaú até a cidade de Santos, para demonstrar tanto a viabilidade quanto o potencial da rota. Nesse evento, mais de mil ciclistas saíram de São Paulo e chegaram ao litoral paulista pela rota.
Apesar de ser um teste, o evento em si foi muito positivo e engrandecedor, ocorrendo após o evento uma enorme cobrança para que ele fosse repetido todos os anos.
Devido a isso, o Instituto CicloBR, em assembléia geral, decidiu organizar anualmente um grande passeio cicloturístico pela Rota Márcia Prado, até mesmo quando ela finalmente for aberta em definitivo a população. Para o evento de 2010, foi escolhida a data do dia 18 de dezembro para a realização do segundo Passeio Cicloturístico pela Rota Márcia Prado.
. Apesar de haver uma grande descida, o trajeto é longo e há várias subidas, trechos em terra e tem uma dificuldade média para o Cicloturismo.
A rota é indicada para pessoas que já pedalam com certa regularidade e que não tenham nenhum problema físico. Uma boa maneira de saber se você conseguirá fazer o trajeto com tranquilidade, é realizar um pedal na cidade de cerca de 40 quilômetros em um intervalo de 3 horas. Se conseguir fazer sem grandes dificuldades, é bem provável que você esteja apto a percorrer o trajeto.

Dicas para cicloturistas iniciantes

Faça já uma revisão na sua bicicleta e principalmente nos freios, se necessário troque pois eles serão bem exigidos na descida da serra. Na entrada do Parque da Serra do Mar, voluntários do Instituto CicloBR farão uma avaliação em cada bicicleta, verificando principalmente o sistema de freios e se eles não estiverem em boas condições, não será permitido que o ciclista acesse o parque. O Ciclo Cidade, Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo (http://www.ciclocidade.org.br/) gentilmente cedeu o espaço da "Mão na Roda" para que seja feita uma oficina de manutenção prévia de bikes para quem vai fazer a rota, essa oficina funciona em caráter de "faça-voce-mesmo", ou seja, voce chega lá com sua bike e voce mesmo faz a manutenção, com a ajuda de todos e pessoas mais experientes em mecanicana, sua bike ficará pronta para a viagem. A oficina ocorrerá dia 16/12 no Espaço Contra Ponto, rua Medeiros de Albuquerque, 55 Vila Madalena, veja como chegar: http://contraponto55.ato.br/como-chegar/
O trajeto é em sua maior parte em ruas asfaltadas, mas há cerca de 20 quilômetros em ruas de terra. O ideal é que a bicicleta tenha pneus híbridos, já que o trecho de terra, se não estiver chovendo, é possível ser percorrido com pneus de asfalto sem grandes problemas.
Se vai dormir no litoral e precisará levar roupas, instale um bagageiro na bicicleta e coloque sua bagagem nele. Nas costas leve no máximo uma mochila de hidratação.
Se vai voltar no mesmo dia, nossa sugestão é que volte de ônibus até o Jabaquara. Se você vier de fora da cidade, o melhor a fazer é estacionar o carro nas proximidades da estação Jabaquara e de lá seguir pedalando até a estação Vila Olímpia da CPTM. Mas não pedale pela Avenida dos Bandeirantes, use essa rota sugerida para ir até a estação.
http://www.bikely.com/maps/bike-path/Jabaquara-Ciclovia-Marginal
Se hidrate muito durante a viagem e se alimente, jamais pedale com fome. Leve frutas secas, barras, gels de hidratação e até mesmo um lanche se possível. Se sentir fome pare e se alimente, jamais pedale com fome ou sede.
Em caso de dúvidas, mande um e-mail para rotamarciaprado@ciclobr.org.br pois voluntários do Instituto irão ajudar a esclarecer todas suas duvidas.
Prepare sua bicicleta e participe do Passeio Cicloturistico da Rota Márcia Prado. Este ano esperamos uma massa de dois mil ciclistas, junte-se a nós e vamos mostrar o quanto queremos essa rota para o próximo ano, você faz parte desta luta e esperamos comemorar mais essa conquista em 2011.



sábado, 28 de maio de 2011

Impressões particulares Vanderlei nas ruas de São Paulo

Vila de Taquarussu tem paisagens de cidade cenográfica



Quem diria que entre as montanhas da Vila de Paranapiacaba, Santo André, e Mogi das Cruzes, existe um vilarejo, que mais parece uma cidade cinematográfica? Chamado de Taquarussu, o local fica no distrito de Quatinga, e tem uma história muito peculiar. A Vila foi uma importante fazenda da Mineradora Fanti Begliomini Ltda., recebendo muitos imigrantes italianos em busca de trabalho.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a Inglaterra, que era quem mantinha Paranapiacaba, entrou em crise não conseguindo mais mandar carvão mineral para os maquinários. Foi então que as famílias Fanti e Begliomini passaram a abastecer a São Paulo Railway, nome da linha férrea na época, com o carvão que produziam.

O vilarejo é lindo, parece aqueles lugares que só se vê em sonho, mas carece de informações turísticas. Por ser um achado no meio das montanhas da região, ainda é pouco explorado inclusive pelas empresas de turismo local. 

Para chegar à vila é preciso pegar a Estrada de Paranapiacaba. Muitos grupos se unem para fazer a travessia a pé, já que a via é toda de terra e pedra, fácil de trafegar. A caminhada dura em torno de uma hora e meia. É possível fazer o percurso de bicicleta e carro também, em aproximadamente 20 minutos - dependendo da condição da estrada pode levar um pouco mais.

Ao longo do caminho, que é todo acompanhado pela Mata Atlântica, é possível ver espécies de aves e bichos bem característicos da vegetação, além de nascentes e pequenas corredeiras.

A Vila de Taquarussu foi restaurada em 2007 e continua impecável. Hoje, seis famílias moram e preservam as construções, em especial a Igreja de Santa Luzia, uma das mais antigas de toda a região, que fica aberta ao público. De frente com ela, além do pequeno e charmoso coreto, há duas construções em que funcionavam antigos comércios e um posto de gasolina curioso. Ainda hoje há ali uma bomba manual de abastecimento.

Há alguns passos, um lago rodeado de pinheiros chama a atenção. Mais do que isso, a quantidade de famílias sentadas debaixo dessas árvores fazendo piquenique, ou até mesmo aquele merecido descanso ao raro som da natureza formam cenários adoráveis.

Taquarussu é encantador. Pode ser a pé, de bicicleta ou de carro. O importante é reservar em sua agenda um final de semana para conhecer este lugarzinho tão escondido e tão inspirador. E se for até lá, prepare um bom piquenique, pois na vila não há nenhum lugar para comer ou comprar comidinhas. Não esqueça de levar água, repelente, protetor solar, roupas leves, tênis e claro, a câmera fotográfica.


sábado, 23 de abril de 2011

A Expedição Andes

O cara leva a bike até o cume do Monte. Aucanquielcha - grandes deslizamentos de terra em muitos lugares acima de 5500 metros onde empurrando a bicicleta é um dever-também devido à superfície macia. 



sábado, 16 de abril de 2011

Lashmob ecológico que mostra bem como pequenas atitudes

O Flashmob é organizado pelo "Teste sur des humains" equipe da TVA.

Todos os participantes receberam cortesia transporte gratuito do STM. 


A cada ano, 671.000 kg de plástico são produzidas ao redor do mundo.
-A cada ano, 400 milhões de garrafas e latas não reembolsáveis ​​são recicladas em Quebec.
-Existem 18 000 peças de plástico flutuando em cada km2 de oceano.
-91% dos quebequenses se preocupam com o meio ambiente. E Você?


terça-feira, 12 de abril de 2011

Greenpeace - Petróleo? Aqui não

Pessoal,


Mesclei fotos do desastre na China com um texto que fala da tribo Maori que protestou contra a exploração do petróleo da Petrobrás na Nova Zelândia (fotos e texto Greenpeace)




<Desastre na China => Pode acontecer aqui? É claro que sim!!>




"Tribo maori, com a ajuda do Greenpeace, impede continuidade de trabalho de prospecção da Petrobras para explorar petróleo na costa da Nova Zelândia"



Os membros da Whānau ā Apanui, tribo maori, e os ativistas do Greenpeace que há dez dias enfrentam a presença de um navio contratado pela Petrobrás para prospectar petróleo no litoral da Nova Zelândia, foram avisados pela marinha do país para parar com a série de protestos. Se insistirem, dizem os militares, serão todos presos e forçados a pagar multa de 10 mil dólares. Por enquanto, os maori não recuaram. 

A tribo pediu o apoio do Greenpeace para evitar que a Petrobrás realize estudos para explorar petróleo no mar da Nova Zelândia. A comunidade maori vive na baía de Whangaparoa, Leste da Nova Zelândia, e explora há séculos os recursos pesqueiros da bacia de Raukūmara, onde a Petrobrás está fazendo sua prospecção. Os maori nunca foram consultados sobre a exploração petrolífera na região pelo governo neozelandês. 

“O governo coloca os direitos de uma companhia internacional acima dos direitos da população local, que está defendendo as águas que os mantêm por gerações”, afirma o coordenador da campanha de clima do Greenpeace no país, Steve Abel. “O governo neozelandês deve a Petrobrás um pedido de desculpas porque a fizeram acreditar que poderiam agir livremente em nossas águas”. 


Protesto

Abel informou que a empresa foi convidada a prospectar petróleo na costa do país antes que as pessoas que serão afetadas pudessem dizer se queriam tal indústria em suas águas. “E a resposta clara é não”, afirmou. Se a Petrobrás estivesse realizando essa prospecção no Brasil, ela estaria obrigada pelo parágrafo 3 do artigo 231 da Constituição a ouvir populações que eventualmente pudessem ser afetadas por uma futura exploração de petróleo.

Os protestos tiveram início no dia 3 de abril, quando uma flotilha de duas dezenas de barcos saiu de Auckland, capital da Nova Zelândia, para Whangaporoa, onde foram recebidos pelos maori. De lá, partiram em direção à área onde estava o Orient Express, o navio contratado pela Petrobrás para fazer a prospecção sísmica da região. 

Durante quase uma semana, a flotilha fez sombra ao Orient Express. No domingo, dia 10, os ativistas entraram em ação e literalmente caíram na água, cercando o navio e impedindo a continuação do trabalho de prospecção. O navio da marinha da Nova Zelândia, o HMNZS Pūkakī, chegou lá ontem e deu o ultimato aos ativistas para saírem da água. Por enquanto, ninguém cedeu. 

O bloco que está sendo prospectado pela empresa tem 12.333 quilômetros quadrados. Se lá houver petróleo, a Petrobrás perfurará poços até 3 mil e 100 metros de profundidade. O bloco fica a 4 quilômetros de zonas costeiras da Nova Zelândia ainda extremamente bem conservadas e a bacia de Raukūmara é considerada um abrigo de biodiversidade marinha no país. Para os Maori, o ambiente marinho representa mais do que uma forma de subsistência. É também um estilo de vida e tem significado espiritual. 

A escalada do confronto pelo governo neozelandês deixou Abel, do Greenpeace, ressabiado. “Estamos preocupados com o emprego da força militar neste episódio”, disse ele. “O governo está se metendo em algo que no máximo é um assunto para a polícia, sem que houvesse sequer uma reclamação oficial da compania contra nós”. 


Semelhanças 

O petróleo é uma das fontes de energia mais poluentes, grande responsável pela emissão de gases-estufa na atmosfera, que levam ao aquecimento global. Além disso, a exploração em alto-mar traz riscos à biodiversidade e às pessoas que dependem dos recursos naturais para viver - como aconteceu há um ano no Golfo do México, quando uma plataforma da British Petroleum explodiu matando trabalhadores e lançando milhões de litros de óleo no oceano. 

A situação na Nova Zelândia guarda semelhanças com a questão da exploração de petróleo em águas profundas no Brasil, onde blocos de concessão vão sendo definidos sem levar em consideração se estão próximos de áreas importantes para a conservação da biodiversidade. Foi o que mostrou em dezembro o mapa Geografia do Conflito. Produzido pelo Greenpeace, ele deixou evidente o avanço da exploração petrolífera sobre zonas de alta biodiversidade marinha.

O caso que melhor ilustra esse embate está no entorno do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, uma área relevantísima para a reposição de nossos estoques pesqueiros e que, por isso mesmo, deveria no mínimo ter um cinturão de proteção adicional à sua volta. A região é local de reprodução de baleia jubartes e aporta os maiores recifes de corais do Atlântico Sul. Garante ainda o sustento de 20 mil pescadores, que contribuem com 10% da produção pesqueira nacional.

O entorno do parque está aberto à exploração das petroleiras e é hoje alvo de várias empresas como a Perenco, Queiroz Galvão, ONGC, Shell) e Petrobrás.  
Semana passada, o jornal Folha de S. Paulo anunciou que a empresa Queiroz Galvão vai perfurar um poço, ainda no primeiro semestre do ano, no limite da Reserva Extrativista de Canavieiras, extremo sul da Bahia.


Link camiseta Greenpeace.


http://greenpeace.org.br/u2/Brasil2011/camiseta/?utm_source=Virtual+Target&utm_medium=email&utm_content=Compra+Camiseta+U2&utm_campaign=Boletim+12+04+2011+Camise&utm_term=vjtorroni@gmail.com


domingo, 10 de abril de 2011

Por que a carbono zero courier é diferente? Não polui, não afeta o clima, não utiliza combustível fóssil e é movida pelo homem.


 carbono zero courier é uma empresa nascida de um sonho. O sonho de conciliar trabalho e geração de riqueza sem a agressão que o modo de vida e produção atual causam ao seu ambiente, principalmente, o ambiente local.

O início desse sonho deu-se em meados de 2009, foi quando surgiu uma ideia de negócio e que logo foi batizada: carbono zero courier!

Entendíamos que deveria existir uma alternativa, no serviço de entregas, pensada, desenvolvida e gerenciada para o equilíbrio entre pessoas, planeta e lucro. Desde então essa ideia vem se transformando, para finalmente, em 2010, ganhar vida


quinta-feira, 31 de março de 2011

Pedale Piaui!: Prepare sua viagem de bicicleta

Pedale Piaui!: Prepare sua viagem de bicicleta: "PREPARAÇÃO - Primeiro procure um médico que irá avaliar sua saúde - Um educador físico deverá preparar treino aeróbico, para aumentar a ..."