terça-feira, 2 de julho de 2013

Conheça a única cidade na América, onde os carros foram proibidos desde 1898(Mackinac Island)



Quando os primeiros automóveis chegaram pela primeira vez em cena no final do século 19, poucas pessoas poderiam imaginar que um dia iria dominar o mundo. De fato, algumas cidades encontraram o ruído do escape desta novidade "carruagens sem cavalos” tão desanimadores, que os primeiros carros foram realmente proibidos em alguns lugares.




Com o tempo, é claro, as restrições foram suspensas e o carro logo se tornou onipresente em todo o país -, mas ainda há um lugar nos Estados Unidos, que ainda tem que mudar sua mente. Conheça Mackinac Island, onde os carros foram proibidos desde 1898.



Localizado perto da praia de Michagan continental, no Lago Huron, Mackinac Island e sua cidade homônima têm sido um local favorito para uma escapadela relaxante. Então, quando os automóveis começaram a chegar, em voz alta pulverização catódica ao longo das estradas outrora tranquilas da ilha, cavalos surpreendentes e cuspindo fumaça, rapidamente se tornou evidente para os locais que esta nova invenção não era para eles.



Um morador, no momento foi citado como chamar carros "monstros mecânicos" - claramente não uma revisão brilhante.

Naturalmente, em 1898, o Mackinac conselho da aldeia mudou-se para proibir o automóvel antes dos monstros terem a chance de assumir:

Resolvido: Que a corrida de carruagens sem cavalos seja proibida dentro dos limites da aldeia de Mackinac "- Mackinac Island Junta de Freguesia, 6 de Julho de 1898.



Essa legislação pode parecer singular e old-timey, mas em Mackinac, ele ainda tem de ser revogada. Assim como é a vida no lugar onde uma das invenções mais impactantes da história foi banida? Bem, é muito bom, na verdade.

Embora a pequena ilha seja o lar de cerca de 500 pessoas, no verão, esse número aumenta para 15 mil durante a temporada de turismo, além de um par de veículos de emergência, não há sequer uma viatura para ser visto. Transporte em Mackinac é limitado a pedestres, carros puxados por cavalos, e de bicicleta.



"O ar é limpo e as lesões são quase zero", escreve Jeff Potter, que publicou um artigo sobre Mackinac. "Moradores da ilha são mais saudáveis, devido ao exercício, há um igualitarismo acalentado. Todo mundo fica em torno da mesma forma, que também economiza uma quantidade enorme de dinheiro que normalmente vão para deslocações por carros."

Ainda assim, se locomover na ilha é uma brisa. Mackinac é o lar de estrada do país só carless, o M-185, com fácil acesso aos seus 8,3 milhas de costa, organizada por estacionamentos e postos de gasolina.

Os visitantes da ilha descreveram a experiência como voltar no tempo para uma época passada, uma antes do barulho constante de tráfego e de escape do veículo tornou-se parte da vida cotidiana na América.


Mas, mais do que ser apenas um resquício do passado, talvez Mackinac Island oferece vez um vislumbre de uma história alternativa, desviados de nosso próprio mais de um século atrás - antes que os monstros mecânicos nos fez tão 
completamente domado.


domingo, 19 de maio de 2013

Do carro não abro mão. Não!!!!!


A cada dia que passa, Do carro não abro mão. Não!







São Paulo perde mais dinheiro por causa do trânsito. O valor chega a R$ 40 bi por ano. Estudo da FGV faz sugestões paliativas para amenizar esse prejuízo

São Paulo - Entre janeiro de 2003 e setembro de 2012, 2.540.659 veículos foram adicionados à já enorme frota de . Isso representou 730 novos , caminhões ou ônibus nas ruas paulistanas todos os dias, segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

Tantos veículos não saem de graça para a cidade. Pior, são sinônimos de prejuízo para o município e o Brasil. Um estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas e divulgado nesta sexta-feira mostrou que a capital paulista .

As maiores perdas se dão por causa do custo de oportunidade, ou seja, aquilo que deixamos de produzir porque estamos ociosos no , mas há ainda os custos adicionais de combustíveis e de transporte de mercadorias.

arros são parte do problema, sim, mas a FGV não isenta o planejamento urbano - ou a falta dele - da responsabilidade pelos congestionamentos. Afinal, segundo o estudo, , nos Estados Unidos, tem cinco vezes a densidade de veículos de São Paulo, mas congestionamentos menos intensos.

O problema, segundo a , é a ideia de que o trânsito só poderá ser resolvido quando o transporte público se tornar decente, o que pode demorar décadas e gera certa imobilidade das autoridades para combater o prejuízo hoje. Afinal, a cidade está perdendo dinheiro diariamente. E os cidadãos, paciência e .

Com isso, o estudo 'Os custos dos congestionamentos na cidade de São Paulo' pensou em 10 soluções - apenas paliativas - para ajudar a diminuir o problema desde já. De curto, médio e longo prazos, algumas delas são mais conhecidas, outras mais polêmicas, como a adoção do pedágio urbano.

Confira:

1. Redirecionar recursos das grandes obras para aquelas que valorizem o sistema paralelo de ruas e permita que as grandes vias sejam desafogadas;
2. Fiscalizar com rigor veículos velhos e inseguros;
3. Restringir a circulação de caminhões de grande porte ao horário das 22h às 6h;
4. Investir em terminais de embarque e desembarque para evitar longas filas de ônibus vazios, um esperando o outro;
5. Implantar pedágio urbano, como em Londres, Milão, Estocolmo, Cingapura e Oslo;
6. Utilizar combustíveis não poluentes em toda frota de ônibus (a médio e longo prazo);
7. Utilizar o IPVA para desestimular o uso de carros antigos, com o tributo mais caro para veículos antigos;
8. Acelerar a expansão da malha metroviária através de parcerias entre as diferentes esferas de poder;
9. Utilizar as ferrovias da CPTM para implantar metrôs de superfície;
10. Tributar o uso do veículo, não seu preço.

Veja o estudo completo:

http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/10-sugestoes-para-melhorar-o-transito-em-sp-segundo-a-fgv



São Paulo - Hoje, o cidadão paulistano saiu para trabalhar e encontrou mais de 100 quilômetros de vias congestionadas, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A cifra soa absurda para motoristas de outras cidades, mas já é vista com certa naturalidade pelos paulistanos, embora dosada com variados graus de indignação. O recorde do ano foi de 295 quilômetros, às 19h da sexta-feira 1º de junho.

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O resultado é o prejuízo calculado em 56 bilhões de reais para a economia da cidade neste ano, segundo um estudo da Fundação Getúlio Vargas.

São 7,3 milhões de veículos trafegando nos mais de 17 mil quilômetros de vias pavimentadas da cidade. As soluções são discutidas há décadas, mas como exigem vontade política aliada a mudança de hábito dos cidadãos, as transformações geralmente resumem-se a tímidas alterações cirúrgicas lá e cá.

Confira três soluções - dentre as várias existentes - indicadas por especialistas que poderiam mudar o cenário nas vias urbanas de São Paulo, com gasto relativamente pequeno se comparado a obras viárias faraônicas. Antes de causar algum sorriso, porém, elas causariam muita dor.



1 Pedágio urbano

Dói para quem: todos os motoristas de veículos particulares, especialmente os de menor renda
Resolve para quem: o governo, que arrecada

Se tem assunto que arrepia qualquer brasileiro é a criação de novas tarifas – ou o aumento das que já existem. A criação do pedágio urbano, porém, teria efeitos “imediatos” no trânsito da capital paulista, na avaliação do presidente do Instituto Brasileiro de Segurança no Trânsito (IST) e professor da Universidade de Brasília, David Duarte.

Os motoristas de plantão podem começar a se preocupar. Apesar de já ser discutido há mais de duas décadas, o pedágio urbano ganha contornos cada vez mais reais. Projeto do deputado estadual Carlos Apolinário (DEM) passou na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal no dia 25 de abril, mas ainda tem que passar por outras comissões antes de seguir para o plenário.

O deputado Apolinário prevê que a cobrança de 4 reais para acessar a área do chamado centro expandido durante a semana traria uma redução de 30% na quantidade de veículos nas ruas, mas para o consultor em engenharia de tráfegos e transporte Horácio Figueira, este valor teria que ser maior para obter esse efeito.

Na avaliação dele, as pessoas pagariam os 88 reais por mês atraídas pela ideia de ter a rua só para elas. “Mesmo que você tenha redução, você não vai nem perceber”, acredita o especialista. Em Londres, onde a prática começou em 2003, o valor atual cobrado é de 10 libras.

Aumentar o valor, no entanto, seria entregar “as ruas aos ricos”, argumenta Figueira. Assim, a equação é difícil de resolver. Deve ser por isso que existe pouca certeza se o pedágio urbano realmente sairá do papel. A única garantia é que não será em ano de eleição.

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2 Mais corredores de ônibus

Dói para quem: todos os motoristas de veículos particulares
Resolve para quem: usuários de transporte público

Nenhum cidadão consciente se opõe a um melhor transporte público. Mas quando a melhora não se dá apenas debaixo da terra, no metrô, mas exige retirar centenas de quilômetros de faixas hoje ocupadas por carros e entregá-las exclusivamente aos ônibus, a resistência tende a ser maior.

“Congestionamento para mim é inevitável, mas congestionamento de ônibus é imperdoável”. A máxima é do especialista em trânsito Horácio Figueira e serve como síntese de pensamento de muitos que se dedicam a estudar a mobilidade urbana.

Nos cálculos de Figueira, para tornar as viagens dos ônibus mais fluidas, seria necessário mais do que triplicar o tamanho da malha de 120 quilômetros de corredor que a cidade tem hoje. Ele pede mais 400 quilômetros (veja abaixo sugestões do especialista).

A título de comparação, nos últimos cinco anos, foram inaugurados menos de quatro quilômetros. Na impossibilidade de fazer o corredor, que demanda o reforço do pavimento, até mesmo faixas exclusivas têm bom resultado no curto prazo, pois são de fácil implantação.

Esta transformação mudaria a configuração das vias de maior movimento da cidade, colocando ônibus até onde hoje há apenas duas faixas, deixando uma exclusiva para os coletivos. Seria uma saída para aumentar a velocidade média nos corredores, de apenas 15 km/h, uma vez que os coletivos alternam trechos com e e sem reserva de espaço.

Mas se já seria ruim perder uma faixa, o que diria o motorista que perdesse duas – onde houvesse três - para que os ônibus pudessem fazer ultrapassagem e não ficassem presos com o vai e vem de passageiros de outros ônibus? A sugestão de Figueira é que isso ocorresse pelo menos nos horários de pico em vias como a Rebouças, para ficar em apenas um exemplo.

“Se é mais rápido chegar de transporte público, as pessoas naturalmente vão optar por este tipo de mobilidade”, afirma David Duarte, da Universidade de Brasília.

Os motoristas, por consequência, avistariam da janela de seus carros, parados, os ônibus seguindo em grande velocidade.

Levantamento do consultor Horácio Figueira para possíveis mini-corredores de ônibus em SP.

“A implantação de corredores não precisa ser de quilômetros, duas quadras antes de um semáforo já justifica”, opina Horácio Figueira, defensor da ideia.

3 Corte de incentivos à venda de veículos

Dói para quem: as montadoras e, em última instância, a cadeia que gira em torno delas, incluindo os funcionários
Resolve para quem: usuários de transporte público e motoristas de veículos particulares

Desincentivar a venda massiva de carros – exatamente o oposto da política industrial do governo em épocas de crise – não vai mudar as vias paulistanas do dia para a noite. Mas, para os especialistas, há potencial a médio prazo para a medida.

Todos os dias, mais de 600 novos carros começam a circular na capital paulista. O problema é que os automóveis velhos são aposentados em ritmo muito menor.

“O grande regularizador do trânsito em São Paulo é o Ministério da Fazenda”, sintetiza o consultor em engenharia urbana e ex-colaborador da Companhia de Engenharia de Tráfego, Luiz Célio Bottura.

Diante de dificuldades de competitividade do setor e para ajudar a alavancar a economia, o governo federal já reduziu o IPI de automóveis tanto no auge da crise de 2009 e novamente no mês passado, com resultados imediatos no número de emplacamentos.

Por outro lado, é dificil esperar que o governo pare de estimular setor que movimenta 1 de cada 10 reais da economia brasileira, considerando toda a cadeia. Se a indústria passasse a produzir menos, seriam inevitáveis também demissões.

Enquanto essa equação não se resolve, fica a pergunta de até quando será possível manter o atual modelo e o peso da indústria automobilística na economia brasileira. “A gente apostou todas as fichas na solução individual. Só que a solução individual é o caos social”, afirma David Duarte, do IST.





quinta-feira, 11 de abril de 2013

Pedalando pelo litoral do Chile.Por Vanderlei Torroni


Na estrada e me lascando para nao dizer outra coisa. Um puta Sol, um baita sol e muita subidas interminaveis. Passei por dois tuneis sob aqueles minis andes no horizonte.

O Trem paulistano em terras andinas...Quel loucura, mas a carreta não estava pesada, era somente para levar as tralhas leves e volumosas.



Olha o traje de louco.



Restaurante bizarrissimo...


Olha a decoracao..


So gente fina..


Noite com tremperatura em + 4º.....ZZZZZZZ


Market com patrocinio Brasil.....



Olha o trem de novo...

So a noite que descobri que mesmo com os quatro litros de agua que bebi no caminho, ja estava desidratado... nao pude beber mais vinho, nem cerveja...e me cuidar para recuperar logo.



A chega em Valparaiso se da por uma descida de 9 km..imaginem o trem no embalo na descida.. Valparaiso e a parte mais pobre e esquecida perante a vizinha colada Vina del Mar(nao me cobrem acentos). Nao me pareceu grande coisa, sou mais muitas praias do sul paulista, Uma grande doca de Santos com um transito infernal de caminhoes.


Olha as casa em morros. Um lado feio e pobre e o outro mais chic.



O chile tem a segunda educacao mais cara do mundo e os trajes escolares sao padroes.. show..


Toda a cidade e margeado por bairros em barrancos, favela chic com bondes que descem e sobrem,,,fora as escadarias para quem tem preparo fisico.


Mercado pior no sentido aspecto do que os nossos. Fiquei com receio, pois todos me olhavam.. E.T:......


Irmao rico de Vina Del Mar. Valparaiso e tao zicada que esta ate nubrado e chovendo de manha..





Amigos passei por Concon, Quitero, La Ligua, Los Vilos e por fim Ovalle.

Náo consegui embarcar a bike em nenhuma das tres empresas de onibus para Antofagasta, Calama e muito menos San Pedro, nem pagando proprina (caixinha), tambem nao consegui embarcar as coisas em uma transportadora para enviar para uma das cidades, levam de 5 a 8 dias para entregar. Imaginem eu sem todos os meus pertences, resumindo, acabou a viagem por aqui.

Voltarei para Santiago e de la decidirei a vida.


sábado, 6 de abril de 2013

Santiago de Chile parte 2 - Por Vanderlei Torroni


Ciclovia garantida.


Una zona em hostel...


Olha o Irlandes Rock in Roll engatado no Frances...


È, precisamos de energía, pois se pensar em sabor, jà era...


Contabilidae Real X Peso Chilenos...


Muthos camaradas com vistas buenas


Bikezinha...


Mercado central donde a esposa do Luciano fez um programa no mes passado..


Olha eu..



25de Marco em Chile..

Sugere algo mas...

Police fodona....

Palacio de alguma coisa...


Polices em cavalos...


lanches por bagatela de somente  1.890 pesos...








 Tattoo


Vai Bandeira, levanta....


Levantou...



jovens vendem tudo para todos em parque central...




Olha o charme do sapato..



Me refresca aguas de Santiago.


Olha a zona no quarto de homens de varios paises..


Fotito..


O radio que veio boiando do Japan..


Clos, vinho em caixa que clorifica suas ideias em bate papos entre personas del países distintos..


Olà, estoy agora tomando mi cerveja e portanto escrevqndo de qualquer jeito e logo mais posto mais informacoes e fotos..